
Dezembro Vermelho: cuidados e avanços contra a AIDS
A luta contra o HIV transformou estratégias de prevenção e tratamento, reduzindo significativamente o impacto de uma doença que marcou gerações
Quatro décadas após os primeiros casos de AIDS no país, o Brasil consolidou-se como referência mundial no enfrentamento da epidemia, com avanços significativos no diagnóstico, tratamento e prevenção da doença.
Segundo dados do Ministério da Saúde, o Brasil registrou mais de 380 mil casos de AIDS entre 2007 e 2021. Apesar do número expressivo, o país conseguiu reduzir em 10% a taxa de detecção de HIV nos últimos cinco anos. A implementação de políticas públicas e o acesso gratuito aos medicamentos antirretrovirais pelo Sistema Único de Saúde (SUS) foram fundamentais nessa trajetória.
“Hoje, não tratamos apenas a doença, mas oferecemos qualidade de vida aos pacientes, com medicamentos cada vez mais eficientes e menos invasivos e um tratamento mais eficaz”, diz Dr. Armênio Mekhitarian, médico radiologista e diretor técnico do Instituto Avançado de Imagem (IAI).
Como prevenir HIV/AIDS
A prevenção do HIV ganhou múltiplas frentes de atuação. Além da Profilaxia Pré-Exposição (PrEP), disponibilizada gratuitamente pelo SUS desde 2018, outras estratégias são fundamentais no combate à transmissão:
- Preservativo: Continua sendo o método mais acessível e eficaz de prevenção, protegendo contra HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis.
- Testagem regular: Exames periódicos permitem diagnóstico precoce e interrupção da cadeia de transmissão.
- Profilaxia Pós-Exposição (PEP): Medicação de emergência disponível em até 72 horas após possível exposição ao vírus.
- Tratamento como prevenção: Pessoas vivendo com HIV com carga viral indetectável não transmitem o vírus, conhecido como U=U (Indetectável = Intransmissível).
A PrEP merece destaque especial. O medicamento reduz em até 99% o risco de contágio para grupos de maior vulnerabilidade, representando uma revolução na prevenção. Em 2022, mais de 45 mil pessoas já utilizavam a estratégia no país.
O cuidado com a saúde, porém, não pode ser colocado de lado. “A tomada destes medicamentos faz com que o paciente mantenha uma rotina de exames, principalmente de sangue, para monitorar como o organismo está reagindo ao tratamento – profilático ou não. Isso faz com que as pessoas tenham mais atenção com a saúde e mais cuidado com elas mesmas”, diz o médico.
Isso também inclui monitorar funções vitais dos órgãos, em especial fígado e rins.
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Fontes:
Dr. Armênio Mekhitarian – Diretor Clínico do Instituto Avançado de Imagem – Médico Radiologista – CRM SP 59.512
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